Continuando o post sobre liderança. Trata-se dos 8 poderes dos Líderes, do José Luiz Tejon Megido.
Um material bem rico e diferenciado quando trata-se de liderança
O poder da transformação infinita
“Nascer, morrer, renascer ainda e
progredir sem cessar”, já dizia Allan Kardec. Superar é transformar. Toda
superação exige o entendimento de que o papel que um líder exercia ficou
obsoleto ou não interessa mais. Portanto, não se trata mais do que o líder
precisa fazer, mas de como ele precisa fazer. Ao superar um determinado
problema, líderes não são mais os mesmos de antes.
Superação é um ato contínuo,
ininterrupto e interminável. O líder precisa ter inteligência e sabedoria ao
mesmo tempo, ou seja, a capacidade de mudar, adaptando-se às situações novas em
altíssima velocidade. A mudança e a velocidade são duas leis imperiais da vida.
A consciência sobre a finitude também é muito importante para ampliar a
sabedoria de um líder na arte de sentir, com elevada intensidade, cada momento
da vida.
Ficar parado esperando respostas
não é o caminho correto para um líder adotar. A ação que ele deve ter sempre é
saber perguntar e sentir cada momento, pois a vida é uma eterna transitoriedade.
Viver não é o tal do equilíbrio. Viver é desfrutar a intensidade dos
desequilíbrios. É respeitar os ciclos, os movimentos. Viver não é achar que os
pés podem ficar colados em uma rocha firme e que as ondas das marés jamais irão
arrancar da vida de cada um uma encosta oceânica. O movimento, as perguntas
certas, o diálogo permanente com o lugar em que o líder se encontra, com as
pessoas ao redor dele, e a ligação como impossível – essa é a lição básica.
Nas viradas da vida, líderes
devem mudar e transformar o pensamento, pois o “pensar” é o fogo sagrado das
voltas por cima. Louco é aquele líder que quer obter resultados diferentes
fazendo exatamente a mesma coisa. Um líder deve “sim” estar sempre preparado
para saltar na vida antes que ela salte sobre ele mesmo.
José Luiz Tejon Megido
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